quarta-feira, 4 de junho de 2008

Que posso eu dizer em minha defesa???

A verdade, é que por mais que eu tente contestar nao posso contrariar os factos, mas posso, contudo, garantir que não estou de modo algum associado com a Amy (pessoa por quem detenho grande estima).
Relativamente aos comentarios postados pelos meus colegas a fim de me regredir socialmente, só tenho a dizer que não me sinto minimamente afectado. É como o diz o velho ditado: "Piça mole em cona dura, pode bater que nao fura".

Venho, tambem, por este meio informar a todos os autores deste blog que nao se refiram a mais nenhuma pessoa pelo seu nome verdadeiro.

Comprimentos, do sempre mocado Bubas.

P.S. Eu vou xD

1 comentário:

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

Adeus (foste pelo cano)

Já gastámos o álcool,
E o que nos ficou não chega
Para afastar o frio do quarto.
Gastámos tudo menos o bacardi.
Gastámos com a boca o absinto que havia,
Gastámos o dinheiro à força mas trouxemos o copo,
Gastámos o álcool e as pedras de pólen
Em mocas e bongos.

Meto as mãos no copo e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para beber;
Era como se todas as garrafas fossem minhas,
Quanto mais comprava mais tinha que beber.
Às vezes tu dizias: tas nas merda.
E eu acreditava.
Acreditava,
Porque ao teu lado
Via todas as garrafas vazias.

Mas isso era antes da stora ter chegado,
Era no tempo em que o teu copo era um aquário,
Era no tempo em que o absinto
Era realmente roxo.
Hoje apenas há bacardi.
É pouco, mas é verdade,

Já gastamos o álcool.
Quando agora digo:
Não bebi absolutamente nada.
E no entanto, antes das garrafas gastas,
Tenho a certeza
De que todas as coisas estremeciam
Só de sentir o teu cheiro
No silêncio do meu quarto.

Não temos já nada para beber.
Dentro de mim
Há tudo menos água.
No passado as garrafas estavam cheias.
E já te disse: agora estão gastas.
Adeus.


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008

Urgentemente

É urgente o álcool
É urgente um copo.

É urgente certas bebidas,
Bacardi, absinto, JB,
Alguns shots
Muitas long drinks

É urgente comprar bebidas
É urgente beber até cair
E manhãs sóbrias.

Cai o absinto no cano
E eu choro até doer.
É urgente o álcool,
É urgente beber.


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008

Em busca do bacardi

O Mesquita disse-me a chorar:
“Pelo cano o absinto vai andando;
E, aos que vires passar, vai interrogando
Acerca do bacardi que hás-de encontrar.”

Fui pelo corredor a rir e a chorar,
À conta do meu absinto que acabou
Pois à noite o cano o levou…
Fui sempre pelo corredor a perguntar…

Mesmo ao Nora eu perguntei: “Macaquinho,
Viste o bacardi acaso em teu caminho?”
Até o Mesquita estremeceu… olhou… e riu…

Agora pelo corredor, já mocado
Volto para trás, desanimado…
E paro para murmurar: “Ninguém o viu!”


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008