quarta-feira, 4 de junho de 2008

O Menino Que Não Sabia Enrolar


Era uma vez numa pobre aldeia um menino que nao sabia enrolar. . . Ele vivia triste porque apesar de que nem bode fumar ele nao se podia ganzar sem a ajuda dos seus fieis, amigos da cidade. . . Até que um dia (dps d ja ter fumado 5 ou 6) ele ouve deus e este com sua eterna e infinita sabedoria diz-lh: "Ide-vos ao skate-park la encontraras a luz q te iluminara o teu enrolar. . ."
Foi entao que este menino partiu em busca do dito cujo "skate-park" pois era la q ele iria aprender a fzr a sua propria cena sem precisar de ajuda. Apesar da sua viagem atribulada tendo passado por 3 passadeiras 2 pitbulls e 5 mitras o rapazito la chegou são e salvo . . .
Apesar da sua enorme vontade de aprender a enrolar um mitra chegou-se ao pe dele e tentou-o (apontado para um mar de polen com ondas d erva): "Se me deixares enrolar tda esta cena será tua..."
O rapazito ao ver tanta cena pensou: "Hum fumar sem enrolar... Sozinho... Bem ha que desconfiar... Porem esta oportunidade nao e para desperdissar..."
Ao fim do dia o rapaz morrera de overdose. . . O rapaz tnha tomado aquele mitra como sendo deus. . . Mas equivocou se era satanas a tenta lo. . .


Moral: Se ele tivesse passado mais tempo a ler a biblia e menos tempo a fumar ganzas ainda hoje tava vivo (ou talvez nao) xD

1 comentário:

Jacó disse...

Uma história emocionante quase choreri, apenas n gostei de Satanás n ter ajudado a fumar pois ele costuma ser bom rapaz nesta coisa de "cena".
Como a existência de Deus é opcional pesso que ão percam tempo a ler a biblio mas sim a enrolar.

Continuem a fazer contos destes pois nunca se sabe quando podem ser apresentados na aula.
5 estrelas

Adeus (foste pelo cano)

Já gastámos o álcool,
E o que nos ficou não chega
Para afastar o frio do quarto.
Gastámos tudo menos o bacardi.
Gastámos com a boca o absinto que havia,
Gastámos o dinheiro à força mas trouxemos o copo,
Gastámos o álcool e as pedras de pólen
Em mocas e bongos.

Meto as mãos no copo e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para beber;
Era como se todas as garrafas fossem minhas,
Quanto mais comprava mais tinha que beber.
Às vezes tu dizias: tas nas merda.
E eu acreditava.
Acreditava,
Porque ao teu lado
Via todas as garrafas vazias.

Mas isso era antes da stora ter chegado,
Era no tempo em que o teu copo era um aquário,
Era no tempo em que o absinto
Era realmente roxo.
Hoje apenas há bacardi.
É pouco, mas é verdade,

Já gastamos o álcool.
Quando agora digo:
Não bebi absolutamente nada.
E no entanto, antes das garrafas gastas,
Tenho a certeza
De que todas as coisas estremeciam
Só de sentir o teu cheiro
No silêncio do meu quarto.

Não temos já nada para beber.
Dentro de mim
Há tudo menos água.
No passado as garrafas estavam cheias.
E já te disse: agora estão gastas.
Adeus.


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008

Urgentemente

É urgente o álcool
É urgente um copo.

É urgente certas bebidas,
Bacardi, absinto, JB,
Alguns shots
Muitas long drinks

É urgente comprar bebidas
É urgente beber até cair
E manhãs sóbrias.

Cai o absinto no cano
E eu choro até doer.
É urgente o álcool,
É urgente beber.


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008

Em busca do bacardi

O Mesquita disse-me a chorar:
“Pelo cano o absinto vai andando;
E, aos que vires passar, vai interrogando
Acerca do bacardi que hás-de encontrar.”

Fui pelo corredor a rir e a chorar,
À conta do meu absinto que acabou
Pois à noite o cano o levou…
Fui sempre pelo corredor a perguntar…

Mesmo ao Nora eu perguntei: “Macaquinho,
Viste o bacardi acaso em teu caminho?”
Até o Mesquita estremeceu… olhou… e riu…

Agora pelo corredor, já mocado
Volto para trás, desanimado…
E paro para murmurar: “Ninguém o viu!”


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008