Apesar de axar que a colocação da foto da Leonor ter sido uma ideia engraçada (bastante) penso que não devia ter sido feita pois pode trazer problemas ao administradores do blog, mas como eu disse que não haveria qualquer tipo de censura postem para a frente. Quando os problemas chegarem logo se vê pois se for preciso eu chamo o Sr. Leonel e ele manda-vos o telemóvel ao olho(a escolha do olho é à descrissão ou seja qualquer um dos três).
Como nunca fui ameaçado não posso postar a minha experiencia apesar de hoje~lhe ter perguntado as horas e levei logo com "um" olhar ameçeador.
Além disso deixo-vos com uma foto mais linda de outros tempos, mas também mais abixanada pois a maioria dos membros ou são gays ou paneleiros ou travestis, salva-se apenas um homem descubram lá quem é.

Entrem no espírito e façam postes abusivos.

Para suscitar o vosso interesse pelo o tema vou postar uma imagem da temivel................ LEONOR
Bom dia caros autores deste blog.
Infelizmente a vossa participação tem sido cada vez menos frequente, mas pelo menos as sondagens tem sido concorridas. Peço-vos que participem novamente.
Hoje vamos abordar novamente o tema "Leonor - Uma verdade inconveniente".
Epero que comentem e que o tema seja de vosso agrado.
Beijinhos e Abraços dos vossos administradores
Jacó e Bubas
Adeus (foste pelo cano)
Já gastámos o álcool,
E o que nos ficou não chega
Para afastar o frio do quarto.
Gastámos tudo menos o bacardi.
Gastámos com a boca o absinto que havia,
Gastámos o dinheiro à força mas trouxemos o copo,
Gastámos o álcool e as pedras de pólen
Em mocas e bongos.
Meto as mãos no copo e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para beber;
Era como se todas as garrafas fossem minhas,
Quanto mais comprava mais tinha que beber.
Às vezes tu dizias: tas nas merda.
E eu acreditava.
Acreditava,
Porque ao teu lado
Via todas as garrafas vazias.
Mas isso era antes da stora ter chegado,
Era no tempo em que o teu copo era um aquário,
Era no tempo em que o absinto
Era realmente roxo.
Hoje apenas há bacardi.
É pouco, mas é verdade,
Já gastamos o álcool.
Quando agora digo:
Não bebi absolutamente nada.
E no entanto, antes das garrafas gastas,
Tenho a certeza
De que todas as coisas estremeciam
Só de sentir o teu cheiro
No silêncio do meu quarto.
Não temos já nada para beber.
Dentro de mim
Há tudo menos água.
No passado as garrafas estavam cheias.
E já te disse: agora estão gastas.
Adeus.
Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008
Urgentemente
É urgente o álcool
É urgente um copo.
É urgente certas bebidas,
Bacardi, absinto, JB,
Alguns shots
Muitas long drinks
É urgente comprar bebidas
É urgente beber até cair
E manhãs sóbrias.
Cai o absinto no cano
E eu choro até doer.
É urgente o álcool,
É urgente beber.
Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008
Em busca do bacardi
O Mesquita disse-me a chorar:
“Pelo cano o absinto vai andando;
E, aos que vires passar, vai interrogando
Acerca do bacardi que hás-de encontrar.”
Fui pelo corredor a rir e a chorar,
À conta do meu absinto que acabou
Pois à noite o cano o levou…
Fui sempre pelo corredor a perguntar…
Mesmo ao Nora eu perguntei: “Macaquinho,
Viste o bacardi acaso em teu caminho?”
Até o Mesquita estremeceu… olhou… e riu…
Agora pelo corredor, já mocado
Volto para trás, desanimado…
E paro para murmurar: “Ninguém o viu!”
Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008