Bom. . .
Eu sei q talvez ate esteja a exagerar quando aqui digo q toda a gente q esta a minha volta acaba por ser falsa. . . Ou entao talvez nao . . . Reparemos por exemplo no caso do sr. Gustavo Dias . . . Ele quando fala com um gajo parece q esta sempre tdo bem apesar disso ele tende a apunhalar, trair, e falar mal nas costas, isto porém, nao s sucede apenas com o sr. Gustavo como todos pensao. . . Nos se olhar mos a nossa volta vemos sempre alguem professor, "amigo", enc. de Educaçao, etc. . . Que Por mais de uma ocasiao fala mal de alguem, pois isso, a mim nao m afecta mt como diz o sabio ditado "pimenta no cu dos outros e ar fresco para mim". . . Mas começo a ficar extremamente fodido nao só pelo facto d por varias vezes falarem de pessoas q m sao queridas mas também por aquela certa e determinada desconfiança q um gajo tem d quando s vira as costas começarem logo a ratar na pele . . . Pior ainda e imaginar papa baleias a falar mal de "amigos" e pior q isso so mesmo ver . . . So para terem uma noçao para meu espanto ouvi um comentario do menino andre martinho passo a citar: "Aquele gajo deve ser anormal" (isto vindo do maior anormal que eu conheço)....
Pronto mas enfim. . .
Há merdas q sao mesmo merdas, mas conseguem m por fodido mesmo.. ..
Tnho dito xD
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Adeus (foste pelo cano)
Já gastámos o álcool,
E o que nos ficou não chega
Para afastar o frio do quarto.
Gastámos tudo menos o bacardi.
Gastámos com a boca o absinto que havia,
Gastámos o dinheiro à força mas trouxemos o copo,
Gastámos o álcool e as pedras de pólen
Em mocas e bongos.
Meto as mãos no copo e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para beber;
Era como se todas as garrafas fossem minhas,
Quanto mais comprava mais tinha que beber.
Às vezes tu dizias: tas nas merda.
E eu acreditava.
Acreditava,
Porque ao teu lado
Via todas as garrafas vazias.
Mas isso era antes da stora ter chegado,
Era no tempo em que o teu copo era um aquário,
Era no tempo em que o absinto
Era realmente roxo.
Hoje apenas há bacardi.
É pouco, mas é verdade,
Já gastamos o álcool.
Quando agora digo:
Não bebi absolutamente nada.
E no entanto, antes das garrafas gastas,
Tenho a certeza
De que todas as coisas estremeciam
Só de sentir o teu cheiro
No silêncio do meu quarto.
Não temos já nada para beber.
Dentro de mim
Há tudo menos água.
No passado as garrafas estavam cheias.
E já te disse: agora estão gastas.
Adeus.
Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008
E o que nos ficou não chega
Para afastar o frio do quarto.
Gastámos tudo menos o bacardi.
Gastámos com a boca o absinto que havia,
Gastámos o dinheiro à força mas trouxemos o copo,
Gastámos o álcool e as pedras de pólen
Em mocas e bongos.
Meto as mãos no copo e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para beber;
Era como se todas as garrafas fossem minhas,
Quanto mais comprava mais tinha que beber.
Às vezes tu dizias: tas nas merda.
E eu acreditava.
Acreditava,
Porque ao teu lado
Via todas as garrafas vazias.
Mas isso era antes da stora ter chegado,
Era no tempo em que o teu copo era um aquário,
Era no tempo em que o absinto
Era realmente roxo.
Hoje apenas há bacardi.
É pouco, mas é verdade,
Já gastamos o álcool.
Quando agora digo:
Não bebi absolutamente nada.
E no entanto, antes das garrafas gastas,
Tenho a certeza
De que todas as coisas estremeciam
Só de sentir o teu cheiro
No silêncio do meu quarto.
Não temos já nada para beber.
Dentro de mim
Há tudo menos água.
No passado as garrafas estavam cheias.
E já te disse: agora estão gastas.
Adeus.
Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008
Urgentemente
É urgente o álcool
É urgente um copo.
É urgente certas bebidas,
Bacardi, absinto, JB,
Alguns shots
Muitas long drinks
É urgente comprar bebidas
É urgente beber até cair
E manhãs sóbrias.
Cai o absinto no cano
E eu choro até doer.
É urgente o álcool,
É urgente beber.
Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008
É urgente um copo.
É urgente certas bebidas,
Bacardi, absinto, JB,
Alguns shots
Muitas long drinks
É urgente comprar bebidas
É urgente beber até cair
E manhãs sóbrias.
Cai o absinto no cano
E eu choro até doer.
É urgente o álcool,
É urgente beber.
Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008
Em busca do bacardi
O Mesquita disse-me a chorar:
“Pelo cano o absinto vai andando;
E, aos que vires passar, vai interrogando
Acerca do bacardi que hás-de encontrar.”
Fui pelo corredor a rir e a chorar,
À conta do meu absinto que acabou
Pois à noite o cano o levou…
Fui sempre pelo corredor a perguntar…
Mesmo ao Nora eu perguntei: “Macaquinho,
Viste o bacardi acaso em teu caminho?”
Até o Mesquita estremeceu… olhou… e riu…
Agora pelo corredor, já mocado
Volto para trás, desanimado…
E paro para murmurar: “Ninguém o viu!”
Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008
“Pelo cano o absinto vai andando;
E, aos que vires passar, vai interrogando
Acerca do bacardi que hás-de encontrar.”
Fui pelo corredor a rir e a chorar,
À conta do meu absinto que acabou
Pois à noite o cano o levou…
Fui sempre pelo corredor a perguntar…
Mesmo ao Nora eu perguntei: “Macaquinho,
Viste o bacardi acaso em teu caminho?”
Até o Mesquita estremeceu… olhou… e riu…
Agora pelo corredor, já mocado
Volto para trás, desanimado…
E paro para murmurar: “Ninguém o viu!”
Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008
2 comentários:
-.- em primeiro lugar, se queres dizer alguma coisa diz na cara com o teu proprio nome e identidade!
Em segundo vais chamar falso e traidor ao caralho que te foda estas a ouvir!
eu ate deduzo quem e que escreveu este post e se e a pessoa que eu estou a pensar cheira-me que nao pode falar muito..o que vale e que so diz merda e e uma merda! ah e olha por fala em merdas que saso merdas tu por exemplo es uma merda!
Não hà duvida que as pessoas se conhecem logo pela sua personalidade e pelas suas expressões.. Não hà pseudónimo que valha!
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