Eu concordo com o jacó, acho que este blog deve ser levado na brinca, acho que para agressões sociais, já basta as aulas, e as confusoes que há, e acho que se é para sto mais vale utilizarem o blog de filosofia!
Acho ainda que se se utiliza pseudonimos para alguma coisa é, e nao é para revelar identidades, tambem concordo com isso, eu comentei a identidade de uma pessoa, porem essa pessoa sabe que eu apenas estou na brinca com ele, e que se for preciso eu peço para apagarem o topico!
Agora por favor nao estraguem um blog que é 70%bebado e 30% mocado por favor!
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Adeus (foste pelo cano)
Já gastámos o álcool,
E o que nos ficou não chega
Para afastar o frio do quarto.
Gastámos tudo menos o bacardi.
Gastámos com a boca o absinto que havia,
Gastámos o dinheiro à força mas trouxemos o copo,
Gastámos o álcool e as pedras de pólen
Em mocas e bongos.
Meto as mãos no copo e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para beber;
Era como se todas as garrafas fossem minhas,
Quanto mais comprava mais tinha que beber.
Às vezes tu dizias: tas nas merda.
E eu acreditava.
Acreditava,
Porque ao teu lado
Via todas as garrafas vazias.
Mas isso era antes da stora ter chegado,
Era no tempo em que o teu copo era um aquário,
Era no tempo em que o absinto
Era realmente roxo.
Hoje apenas há bacardi.
É pouco, mas é verdade,
Já gastamos o álcool.
Quando agora digo:
Não bebi absolutamente nada.
E no entanto, antes das garrafas gastas,
Tenho a certeza
De que todas as coisas estremeciam
Só de sentir o teu cheiro
No silêncio do meu quarto.
Não temos já nada para beber.
Dentro de mim
Há tudo menos água.
No passado as garrafas estavam cheias.
E já te disse: agora estão gastas.
Adeus.
Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008
E o que nos ficou não chega
Para afastar o frio do quarto.
Gastámos tudo menos o bacardi.
Gastámos com a boca o absinto que havia,
Gastámos o dinheiro à força mas trouxemos o copo,
Gastámos o álcool e as pedras de pólen
Em mocas e bongos.
Meto as mãos no copo e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para beber;
Era como se todas as garrafas fossem minhas,
Quanto mais comprava mais tinha que beber.
Às vezes tu dizias: tas nas merda.
E eu acreditava.
Acreditava,
Porque ao teu lado
Via todas as garrafas vazias.
Mas isso era antes da stora ter chegado,
Era no tempo em que o teu copo era um aquário,
Era no tempo em que o absinto
Era realmente roxo.
Hoje apenas há bacardi.
É pouco, mas é verdade,
Já gastamos o álcool.
Quando agora digo:
Não bebi absolutamente nada.
E no entanto, antes das garrafas gastas,
Tenho a certeza
De que todas as coisas estremeciam
Só de sentir o teu cheiro
No silêncio do meu quarto.
Não temos já nada para beber.
Dentro de mim
Há tudo menos água.
No passado as garrafas estavam cheias.
E já te disse: agora estão gastas.
Adeus.
Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008
Urgentemente
É urgente o álcool
É urgente um copo.
É urgente certas bebidas,
Bacardi, absinto, JB,
Alguns shots
Muitas long drinks
É urgente comprar bebidas
É urgente beber até cair
E manhãs sóbrias.
Cai o absinto no cano
E eu choro até doer.
É urgente o álcool,
É urgente beber.
Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008
É urgente um copo.
É urgente certas bebidas,
Bacardi, absinto, JB,
Alguns shots
Muitas long drinks
É urgente comprar bebidas
É urgente beber até cair
E manhãs sóbrias.
Cai o absinto no cano
E eu choro até doer.
É urgente o álcool,
É urgente beber.
Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008
Em busca do bacardi
O Mesquita disse-me a chorar:
“Pelo cano o absinto vai andando;
E, aos que vires passar, vai interrogando
Acerca do bacardi que hás-de encontrar.”
Fui pelo corredor a rir e a chorar,
À conta do meu absinto que acabou
Pois à noite o cano o levou…
Fui sempre pelo corredor a perguntar…
Mesmo ao Nora eu perguntei: “Macaquinho,
Viste o bacardi acaso em teu caminho?”
Até o Mesquita estremeceu… olhou… e riu…
Agora pelo corredor, já mocado
Volto para trás, desanimado…
E paro para murmurar: “Ninguém o viu!”
Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008
“Pelo cano o absinto vai andando;
E, aos que vires passar, vai interrogando
Acerca do bacardi que hás-de encontrar.”
Fui pelo corredor a rir e a chorar,
À conta do meu absinto que acabou
Pois à noite o cano o levou…
Fui sempre pelo corredor a perguntar…
Mesmo ao Nora eu perguntei: “Macaquinho,
Viste o bacardi acaso em teu caminho?”
Até o Mesquita estremeceu… olhou… e riu…
Agora pelo corredor, já mocado
Volto para trás, desanimado…
E paro para murmurar: “Ninguém o viu!”
Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008
1 comentário:
um correcçãozinha, é que foi o administrador bubas que disse e não o jacó, mas acho qe ambos estao de acordo!
Enviar um comentário