sábado, 7 de junho de 2008

Festa de Junho e Rock In Rio

Bom, o blog desanimou após o primeiro dia, mas as razões são obvias, primeiro a festa de Junho e depois o Rock in Rio.
Quanto ao primeiro tópico não me vou expressar pois todos estavam lá e podem tirar as suas próprias conclusões. 
Agora quanto ao Rock In Rio, posso deixar o meu testemunho pois assisti desde os Kaiser Chiefs até aos Linkin Park. Não vou referir factos que possam gerar inveja, factos como "moshes" impossíveis, 90 mil pessoas a cantarem In the End e Numb ou mesmo o vocalista dos Kaiser ter subido ao poste da iluminação pa gritar "We are the Kayser Chiefs".
Apesar de o espectáculo ter sido muito bom a companhia foi ainda melhor, pois quando se consegue juntar o pessoal da escola no maior espectáculo do mundo o resulado só pode ser fenomenal.Para justificar isto já se encontra disponivel um novo video na barra lateral e também uma foto.
Na foto os elementos são os seguintes (da esquerda para a direita): C. Farinha, C. Costa, Luiza Nora Jr., Jacó, Monkey, Loira. - o fotógrafo era o Manele.


Apesar de não se encontrarem todos os restantes membros da festa,  estes também de divertiram (à grande(. Peço que não fiquem com inveja pois isto não é pa quem pode é pa quem sabe, daí pessoas como esses Luises Marques, Pedros Mesquitas ou Rubens Cardosos terem ficado em casa.
Obrigada pela compreensão e vemo-nos em 2010 lá outra vez........ou então não.


4 comentários:

extremkid disse...

"monkey"? Foste um bue cromo jaco, a luiza eu e a catarina costa a procura da farinha e do manuel(fermento) durante 4 horas sem a contactar (pois ele tinha dado a costa o telemovel dela) e so depois te lembras no dia seguinte k tinhas o nº dele......e o facto de teres fikado desaparecido durante 30 minutos na corrente tambem foi um ponto forte...
Eu digo k para o proximo (daki a 2 anos) curtia ir com mais gente.

PS- Hoje deviamos ter ido com as cristas para o solnec...

Jacó disse...

Durante a corrente estive sempre com o Manuel Fermentp e a Catarina Farinha a servir assim tipo vela, pronto, depois saí de lá e ele deu-me o número caso fosse preciso, aí fui ter com a loira (o Tiago, não a sofia) e finalmente com o dias, cristo e dromo.

Eu Fui, é o que diz a camisola?????????'

extremkid disse...

Ainda ha k referir o facto de termos encontrado o ze pedro dos xutos em pleno rock in rio, e k passados 5 minutos ja estava ele no microfone a falar no palco. Foi uma grande noite, faltou fazer o slide a meio dos linkin park....

Lindo disse...

nem eu sabia q a Farinha saia assim tanto... ;)

Adeus (foste pelo cano)

Já gastámos o álcool,
E o que nos ficou não chega
Para afastar o frio do quarto.
Gastámos tudo menos o bacardi.
Gastámos com a boca o absinto que havia,
Gastámos o dinheiro à força mas trouxemos o copo,
Gastámos o álcool e as pedras de pólen
Em mocas e bongos.

Meto as mãos no copo e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para beber;
Era como se todas as garrafas fossem minhas,
Quanto mais comprava mais tinha que beber.
Às vezes tu dizias: tas nas merda.
E eu acreditava.
Acreditava,
Porque ao teu lado
Via todas as garrafas vazias.

Mas isso era antes da stora ter chegado,
Era no tempo em que o teu copo era um aquário,
Era no tempo em que o absinto
Era realmente roxo.
Hoje apenas há bacardi.
É pouco, mas é verdade,

Já gastamos o álcool.
Quando agora digo:
Não bebi absolutamente nada.
E no entanto, antes das garrafas gastas,
Tenho a certeza
De que todas as coisas estremeciam
Só de sentir o teu cheiro
No silêncio do meu quarto.

Não temos já nada para beber.
Dentro de mim
Há tudo menos água.
No passado as garrafas estavam cheias.
E já te disse: agora estão gastas.
Adeus.


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008

Urgentemente

É urgente o álcool
É urgente um copo.

É urgente certas bebidas,
Bacardi, absinto, JB,
Alguns shots
Muitas long drinks

É urgente comprar bebidas
É urgente beber até cair
E manhãs sóbrias.

Cai o absinto no cano
E eu choro até doer.
É urgente o álcool,
É urgente beber.


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008

Em busca do bacardi

O Mesquita disse-me a chorar:
“Pelo cano o absinto vai andando;
E, aos que vires passar, vai interrogando
Acerca do bacardi que hás-de encontrar.”

Fui pelo corredor a rir e a chorar,
À conta do meu absinto que acabou
Pois à noite o cano o levou…
Fui sempre pelo corredor a perguntar…

Mesmo ao Nora eu perguntei: “Macaquinho,
Viste o bacardi acaso em teu caminho?”
Até o Mesquita estremeceu… olhou… e riu…

Agora pelo corredor, já mocado
Volto para trás, desanimado…
E paro para murmurar: “Ninguém o viu!”


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008