sábado, 7 de junho de 2008

O texto que se segue é referente ao comentário postado pelo Soeiro relativo ao poste "Uma festa no minimo um pouco invulgar"

Olha Soeiro, eu agradeço a preocupação mas os meus problemas resolvo eu. Sim, digo Soeiro porque é óbvio que isso não veio da parte do Miranda que aparentemente me conhece melhor que tu, e sabe que eu nunca seria afectado por uma trivialidade como o é o álcool.
E para que saibas isso de dizeres que termos comprado álcool para esta festa ter sido uma estupidez por si só é uma estupidez, não por não ter sido mas por quem o está a dizer (uma das pessoas geradoras da ideia). E relativamente a esta festa ser de elevada importância para o colégio eu não tinha tanta a certeza, visto que esta festa era, antigamente, intitulada de festa de Maio. E para aqueles que não sabem, isto deve-se ao facto de no ano passado esta festa, a festa de Maio (assim intitulada na altura) ter sido realizada apenas em Junho (vejam lá a importância que isto deve ter para o colégio, pode-se mesmo dizer que é inigualável a qualquer outra festa que o colégio realiza).
Agora, e falando para todos os colegas da minha turma e amigos, gostaria de vos agradecer pelo apoio que me têm dado e queria pedir-vos desculpa por vos ter desiludido (mais uma vez). Prometo que daqui para a frente vou ser mais moderado e que farei valer a pena todo o apoio e confiança que me têm dado.

Bjnhs e abraços
Pedro Mesquita

P.S. Agora, e respondendo a pergunta do extremkid, a culpa foi de mais inteiramente minha. Fui irresponável e infantil, e o pior de tudo é que vos coloquei a todos numa situação dificil. Relativamente a isso peço-vos, mais uma vez, desculpa por qualquer problema que vos tenha causado.

4 comentários:

Anónimo disse...

Pedro o problema resolves tu?? entao força quero ver isso , se ninguem te tirar uma garrafa de alcool bebes aquela merda ate ao fim, ficas bebado em todas as saidas e ainda dizes que quem resolve es tu??? opa tu percisas e de ir ao medico.´
Segundo, sim fui uma das pessoas que teve a ideia, mas quem foi comprar foste tu e mais uns, quem escolheu a bebida foste tu, e quem bebeu uma garrafa sozinho com mais 2 gajos foste tu.
Quem andou a fazer figuras tristes no colegio foste tu , quem foi bebado pa dentro do colegio foste tu, quem se cabritou no colegio foste tu, e quem foi bebado pa aula por incrivel que pareça tb foste tu... ainda dizes que consegues resolver o teu problema??? epa ok se achas que n percisas de ninguem para o resolver força, boa sorte que vais percisar.

Bubas disse...

Menino Soeiro, eu se fosse a si tava calado ou vai-me dizer que eu bebi alguma coisa no sábado. Bem me parecia que não.
E quanto a isso de ir bebado pa aula não sei não. Cá para mim foi porque o senhor Dromo disse "Isto é fraquinho" e depois foi o que se viu. Enfim, figuras tristes são para ser esquecidas.
E por fim, se tivesses lido mais para trás terias visto que este blog não á para ataques socias ou criticas que prejudiquem o bem estar da pessoa. Queres dizer dizes na cara, mas depois não te garanto que não leves um soco. Ao próximo comentário deste tipo o comment é apagado.

Anónimo disse...

eu so respondi pq eu falei aserio no 1 comentario e falei como teu amigo, e tu vieste a responder mal n sei pq.
segundo quem começou com atques foste tu so pq te queira ajudar, e acho que n fica bem ao presidente do blog infrigir regras.
3, tou a espera desse soco entao.

Bubas disse...

Ai eu respondi mal?! Quer dizer, tu vens para aqui dizer que eu sou um bebado e que tenho de ir ao médico e como e que estás a espera que eu reaja?
Á certos comentários que é melhor guardar-mos para nós em vez de só estár a dizer merda. E não me venhas com merdas sobre a festa de junho porque eu não fui o único que bebi e também so fui comprar as garrafas porque me pediram. E se achas que tens alguma moral para falar de mim então acho que devias pensar duas vezes. Porque caso eu saiba não fui eu que saí a meio da aula de matemática para ir fumar a merda dum cigarro e que nesse mesmo dia fumei 17 cigarros. Antes de te meteres na minha vida e tentares resolver os meus problemas resolve os teus.
E mais uma coisa, se achas que é ser amigo dizer que eu ando por caminhos álcoolicos e que isso me ajudo então não deves estar a ver bem as coisas. Não é a criticar e a mandar os outros a baixo que os ajudas.
Vê lá se da próxima vês pensas bem antes de dizeres as coisas.
E vê se aceitas o caralho do convite que já tu mandei um caralhão de vezes e tu nada.

Adeus (foste pelo cano)

Já gastámos o álcool,
E o que nos ficou não chega
Para afastar o frio do quarto.
Gastámos tudo menos o bacardi.
Gastámos com a boca o absinto que havia,
Gastámos o dinheiro à força mas trouxemos o copo,
Gastámos o álcool e as pedras de pólen
Em mocas e bongos.

Meto as mãos no copo e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para beber;
Era como se todas as garrafas fossem minhas,
Quanto mais comprava mais tinha que beber.
Às vezes tu dizias: tas nas merda.
E eu acreditava.
Acreditava,
Porque ao teu lado
Via todas as garrafas vazias.

Mas isso era antes da stora ter chegado,
Era no tempo em que o teu copo era um aquário,
Era no tempo em que o absinto
Era realmente roxo.
Hoje apenas há bacardi.
É pouco, mas é verdade,

Já gastamos o álcool.
Quando agora digo:
Não bebi absolutamente nada.
E no entanto, antes das garrafas gastas,
Tenho a certeza
De que todas as coisas estremeciam
Só de sentir o teu cheiro
No silêncio do meu quarto.

Não temos já nada para beber.
Dentro de mim
Há tudo menos água.
No passado as garrafas estavam cheias.
E já te disse: agora estão gastas.
Adeus.


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008

Urgentemente

É urgente o álcool
É urgente um copo.

É urgente certas bebidas,
Bacardi, absinto, JB,
Alguns shots
Muitas long drinks

É urgente comprar bebidas
É urgente beber até cair
E manhãs sóbrias.

Cai o absinto no cano
E eu choro até doer.
É urgente o álcool,
É urgente beber.


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008

Em busca do bacardi

O Mesquita disse-me a chorar:
“Pelo cano o absinto vai andando;
E, aos que vires passar, vai interrogando
Acerca do bacardi que hás-de encontrar.”

Fui pelo corredor a rir e a chorar,
À conta do meu absinto que acabou
Pois à noite o cano o levou…
Fui sempre pelo corredor a perguntar…

Mesmo ao Nora eu perguntei: “Macaquinho,
Viste o bacardi acaso em teu caminho?”
Até o Mesquita estremeceu… olhou… e riu…

Agora pelo corredor, já mocado
Volto para trás, desanimado…
E paro para murmurar: “Ninguém o viu!”


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008