domingo, 6 de julho de 2008

Ana Rita Marques party


Antes de mais boas férias a todos, este post vem tratar a festa de anos da Rita ao qual faltaram muitas pessoas, pelos mais variados motivos. 
Desta festa pouco à para falar pois a falta de pessoas conhecidos e de gajas boas para socializar não o permitiu, mas pronto fez-se o melhor possível com o que havia, até porque chegámos rapidamente à conclusão que os amigos da Rita eram ainda mais crianças que nós (bastante +).
Da festa fica a memória do célebre torneio de beber cerveja ganho por Tavarez, sim, esse mesmo. Após um rápido 1-0 e do 2-0 gravado em vídeo, o Mesquita ainda tenta o 2-1 que pelos vídeos se confirmou, mas apenas momentaneamente, pois após várias análises feitas pelos mais variados individuos Miguel(11º), Nora e eu próprio, foi decidido desqualificar o Mesquita por uma falsa partida no 3º jogo.
Os vídeos já se encontram disponíveis e desta vês com uma inovação, camaras em vários pontos do evento, graças à partição do camaramen e convidado de honra Miguel "camaramen" Rodrigues.
Esperemos que da próxima vez arranjem um tempito e não marquem cenas durante as festas de aniversário das outras pessoas pois apesar de não ter sido mau podia ter sido melhor com a presença de outros indivíduos.
Fica ainda para recordar a famosa (para alguns) "cabeçada" da Ana que foi ainda mais nojenta do que eu pensava pois ao que parece haviam certos factores que levavam a que fosse eu o autor da tal cabeçada. A cabeçada deu-se durante a viagem a Barcelona, mas só  ontem (dia 5 de Junho) foram revelados novos pormenores que a tornam de toda nojenta - culpa do Nora/Bubas. 
Ainda bem k a minha prima foi solidária para comigo e quem a deu foi ela, de forma involuntária é claro, é caso para perguntar "Rita onde tavas com a cabeça?"
A minha parte da reportagem fica por aqui pois tive k bazar, caso alguém queira dar a sua versão dos acontecimentos e continuar com o que aconteceu depois de eu sair por favor post.
Boas Férias
Abraços de:
Jacó e Bubas

1 comentário:

extremkid disse...

Basicamente depois do jantar, foi feito um passeio ate a feira popular (com uma paragem para um shot fracinho pago pelo bubas).
Agora a rita ou o bubas, tem que contar o resto da noite na feira popular....

Adeus (foste pelo cano)

Já gastámos o álcool,
E o que nos ficou não chega
Para afastar o frio do quarto.
Gastámos tudo menos o bacardi.
Gastámos com a boca o absinto que havia,
Gastámos o dinheiro à força mas trouxemos o copo,
Gastámos o álcool e as pedras de pólen
Em mocas e bongos.

Meto as mãos no copo e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para beber;
Era como se todas as garrafas fossem minhas,
Quanto mais comprava mais tinha que beber.
Às vezes tu dizias: tas nas merda.
E eu acreditava.
Acreditava,
Porque ao teu lado
Via todas as garrafas vazias.

Mas isso era antes da stora ter chegado,
Era no tempo em que o teu copo era um aquário,
Era no tempo em que o absinto
Era realmente roxo.
Hoje apenas há bacardi.
É pouco, mas é verdade,

Já gastamos o álcool.
Quando agora digo:
Não bebi absolutamente nada.
E no entanto, antes das garrafas gastas,
Tenho a certeza
De que todas as coisas estremeciam
Só de sentir o teu cheiro
No silêncio do meu quarto.

Não temos já nada para beber.
Dentro de mim
Há tudo menos água.
No passado as garrafas estavam cheias.
E já te disse: agora estão gastas.
Adeus.


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008

Urgentemente

É urgente o álcool
É urgente um copo.

É urgente certas bebidas,
Bacardi, absinto, JB,
Alguns shots
Muitas long drinks

É urgente comprar bebidas
É urgente beber até cair
E manhãs sóbrias.

Cai o absinto no cano
E eu choro até doer.
É urgente o álcool,
É urgente beber.


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008

Em busca do bacardi

O Mesquita disse-me a chorar:
“Pelo cano o absinto vai andando;
E, aos que vires passar, vai interrogando
Acerca do bacardi que hás-de encontrar.”

Fui pelo corredor a rir e a chorar,
À conta do meu absinto que acabou
Pois à noite o cano o levou…
Fui sempre pelo corredor a perguntar…

Mesmo ao Nora eu perguntei: “Macaquinho,
Viste o bacardi acaso em teu caminho?”
Até o Mesquita estremeceu… olhou… e riu…

Agora pelo corredor, já mocado
Volto para trás, desanimado…
E paro para murmurar: “Ninguém o viu!”


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008