quinta-feira, 5 de junho de 2008

Uma festa no minimo um pouco invulgar

Todos sabem o k hoje aconteceu (ou fazem uma minima ideia), gostaria de saber a vossa opiniao sobre o que axaram (ou pensam que aconteceu) e que me dissessem de quem é maior a culpa? Dos amigo que não pararam-no (mesquita) ou do proprio mesquita. Ha que estabelecer certos limites para que nas proximas viagens e visitas de estudos nao se passe o que aconteceu em barcelona (pelo menos algumas partes). Gostaria de saber a vossa opiniao sobre isto.

1 comentário:

Anónimo disse...

Daqui fala o soeiro e o miranda. Damos nossa cara a este comentario pois pensamos que e um assunto delicado e importante para o nosso querido amigo BUBAS. O que se passou hj foi triste e lamentravel, uma brincadeira de ciranças, uma pura infantilidade, e culpabilizo cada um de nos sem tirar nem por ninguem, claro que com uma maior percentagem para o BUBAS.
E normal, e eu proprio gosto de beber quando saio com a malta, agora comprarmos bebidas alcoolicas para nos divertimos durante uma festa (de elevada importancia para o nosso colegio) e uma estupidez, e volto a repetir UMA ESTUPIDEZ.
Aproveito para dizer que ando cada vez mais preocupado com o BUBAS, o problema do alcool anda a afecta lo cada vez mais, ele todas as saidas bebe que nem um embriagado, temo que o nosso colega e amigo esteja a entrar por um caminho fraco, um caminho façil de se entrar, no caminho do alcool. Por isso peço a vcs todos, amigos do BUBAS, que me ajudem a ajudar o BUBAS a ultrapassar este problema que ele tem, a fazer com que o BUBAS vinge na vida e um dia consiga sair da dependencia pelo alcool.
OBRIGADO a todos.

Adeus (foste pelo cano)

Já gastámos o álcool,
E o que nos ficou não chega
Para afastar o frio do quarto.
Gastámos tudo menos o bacardi.
Gastámos com a boca o absinto que havia,
Gastámos o dinheiro à força mas trouxemos o copo,
Gastámos o álcool e as pedras de pólen
Em mocas e bongos.

Meto as mãos no copo e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para beber;
Era como se todas as garrafas fossem minhas,
Quanto mais comprava mais tinha que beber.
Às vezes tu dizias: tas nas merda.
E eu acreditava.
Acreditava,
Porque ao teu lado
Via todas as garrafas vazias.

Mas isso era antes da stora ter chegado,
Era no tempo em que o teu copo era um aquário,
Era no tempo em que o absinto
Era realmente roxo.
Hoje apenas há bacardi.
É pouco, mas é verdade,

Já gastamos o álcool.
Quando agora digo:
Não bebi absolutamente nada.
E no entanto, antes das garrafas gastas,
Tenho a certeza
De que todas as coisas estremeciam
Só de sentir o teu cheiro
No silêncio do meu quarto.

Não temos já nada para beber.
Dentro de mim
Há tudo menos água.
No passado as garrafas estavam cheias.
E já te disse: agora estão gastas.
Adeus.


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008

Urgentemente

É urgente o álcool
É urgente um copo.

É urgente certas bebidas,
Bacardi, absinto, JB,
Alguns shots
Muitas long drinks

É urgente comprar bebidas
É urgente beber até cair
E manhãs sóbrias.

Cai o absinto no cano
E eu choro até doer.
É urgente o álcool,
É urgente beber.


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008

Em busca do bacardi

O Mesquita disse-me a chorar:
“Pelo cano o absinto vai andando;
E, aos que vires passar, vai interrogando
Acerca do bacardi que hás-de encontrar.”

Fui pelo corredor a rir e a chorar,
À conta do meu absinto que acabou
Pois à noite o cano o levou…
Fui sempre pelo corredor a perguntar…

Mesmo ao Nora eu perguntei: “Macaquinho,
Viste o bacardi acaso em teu caminho?”
Até o Mesquita estremeceu… olhou… e riu…

Agora pelo corredor, já mocado
Volto para trás, desanimado…
E paro para murmurar: “Ninguém o viu!”


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008