sexta-feira, 13 de junho de 2008

Leonor


Para suscitar o vosso interesse pelo o tema vou postar uma imagem da temivel................ LEONOR

3 comentários:

D xD S disse...

sem comentarios

D xD S disse...

feio de mais para comentar!:O que cara de ma! faz-me lembrar aqueles momentos aterradores da minha vida cujo quais nao me quero lembrar quando ela me ameaçava com muita violencia! tempos terriveis meus amigos... mas pronto...so peço que nao mantenham os olhos postos nesta foto durante muito tempo senao ainda vos da uma coisinha ma!;O

ooohh** disse...

Desculpem lá.. mas isto é uma estupidez. ja tiravam isto daqui!! inconscientes..

Adeus (foste pelo cano)

Já gastámos o álcool,
E o que nos ficou não chega
Para afastar o frio do quarto.
Gastámos tudo menos o bacardi.
Gastámos com a boca o absinto que havia,
Gastámos o dinheiro à força mas trouxemos o copo,
Gastámos o álcool e as pedras de pólen
Em mocas e bongos.

Meto as mãos no copo e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para beber;
Era como se todas as garrafas fossem minhas,
Quanto mais comprava mais tinha que beber.
Às vezes tu dizias: tas nas merda.
E eu acreditava.
Acreditava,
Porque ao teu lado
Via todas as garrafas vazias.

Mas isso era antes da stora ter chegado,
Era no tempo em que o teu copo era um aquário,
Era no tempo em que o absinto
Era realmente roxo.
Hoje apenas há bacardi.
É pouco, mas é verdade,

Já gastamos o álcool.
Quando agora digo:
Não bebi absolutamente nada.
E no entanto, antes das garrafas gastas,
Tenho a certeza
De que todas as coisas estremeciam
Só de sentir o teu cheiro
No silêncio do meu quarto.

Não temos já nada para beber.
Dentro de mim
Há tudo menos água.
No passado as garrafas estavam cheias.
E já te disse: agora estão gastas.
Adeus.


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008

Urgentemente

É urgente o álcool
É urgente um copo.

É urgente certas bebidas,
Bacardi, absinto, JB,
Alguns shots
Muitas long drinks

É urgente comprar bebidas
É urgente beber até cair
E manhãs sóbrias.

Cai o absinto no cano
E eu choro até doer.
É urgente o álcool,
É urgente beber.


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008

Em busca do bacardi

O Mesquita disse-me a chorar:
“Pelo cano o absinto vai andando;
E, aos que vires passar, vai interrogando
Acerca do bacardi que hás-de encontrar.”

Fui pelo corredor a rir e a chorar,
À conta do meu absinto que acabou
Pois à noite o cano o levou…
Fui sempre pelo corredor a perguntar…

Mesmo ao Nora eu perguntei: “Macaquinho,
Viste o bacardi acaso em teu caminho?”
Até o Mesquita estremeceu… olhou… e riu…

Agora pelo corredor, já mocado
Volto para trás, desanimado…
E paro para murmurar: “Ninguém o viu!”


Jacó e Bubas, in Memórias de uma viagem 2008